domingo, 18 de junho de 2017

Desafio superado!!!

Moro há algum tempo num lugar com uma vista deslumbrante. Essa vista tem como principal atracção o ilhéu das Cabras. É lindo e, em dias como o de ontem, com o mar espelhado como um lago... é impossível não me sentir atraído a ir fazer umas braçadas até lá.
 Marinei esta vontade durante alguns anos. Media a distância e reflectia se seria fácil ou demasiado perigoso pelos mais diversos motivos:
Distância, correntes, frio e, principalmente, o risco de atropelamento pelo tráfico marítimo que chega a ser abundante durante o verão.
Ultrapassei o ano passado o mito da distância. Fiz percursos mais longos mas paralelos à costa. Os restantes receios teriam que ser analisados no momento em que me sentisse pronto para ir.
Foi ontem. Sem grande plano e com a ressaca de ter um pneu da bicicleta "impróprio para consumo" fui nadar. E fui até ao ilhéu.
O mar estava perfeito. Não haviam barcos no horizonte à excepção de um pequeno barco junto ao ilhéu.
O plano B seria ir até aos mil metros e avaliar as condições (distância que faltava e corrente) e voltar se não fossem as ideais. O plano A seria, obviamente, dar à costa no ilhéu e regressar.

O dia estava magnifico!!!
 https://www.facebook.com/labrusco.guerreiro/videos/10154755235067525/


E a viagem foi, também, magnifica!!!!






terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Inverno...

O Inverno chegou e com ele chegam, também, as ondulações fortes e os vendavais...
A primeira Tempestade (maiúscula) está para breve. Amanhã já se vai começar a sentir a sua presença, mas, daqui a dois dias, vai bater forte!!

     
 Ventos de 170/180km/h e ondas até os 16/18 metros.


Vão entrar uns vagalhões a varrer a costa das ilhas... 


Nestes dias, o melhor, é ficar em casa. A alternativa, e que mais aprecio, é, com muito cuidado, ir ver o mar e tirar umas fotos... com uma distância respeitável de segurança.

Que venha!!!!!!

domingo, 20 de novembro de 2016

Uma semana promissora...

A previsão aponta para uma semana generosa... Neptuno vai nos enviar umas ondulações simpáticas com grande probabilidade de ondas em vários locais: Ponta Negra, Vietname, etc.
Já dei a corrida da praxe para manter o pulmão aberto. Resta esperar. Venham essas Boas Ondas!!!!!!

sábado, 19 de novembro de 2016

Boa energia...

Estar no mar, a surfar, é algo especial. É especial pelas ondas, pela paisagem mas, sem dúvida, pela companhia. E esta nem sempre podemos escolher. A boa energia partilhada entre amigos numa surfada onde existe respeito entre todos é, por si, um dos elementos mais satisfatórios do tempo que passo na água.
Por exemplo, um dia com ondas médias com três ou quatro amigos na água onde todos partilham as ondas de forma igual e se respeitam é uma muito boa surfada. Lava a alma e recarrega baterias. Por contrário, numa surfada, mesmo com melhores ondas e menos pessoas, se não existe respeito e partilha... é menos interessante. Infelizmente, com o tempo, aprendo a ignorar a má energia de quem não respeita nem sabe respeitar. E, parece-me, que não é apenas no mar. Parece-me algo intrínseco a quem tem, provavelmente, problemas mal resolvidos consigo mesmo.
Não vou poder ajudar pessoas que não conseguem manter uma boa energia na água, ou fora dela. Felizmente, na minha vida, tenho, cada vez mais boas razões para ser feliz  dentro e fora de água. Também, por força das circunstâncias, tenho aprendido a ignorar essa má energia. Prometo a mim mesmo que vou tentar ser ainda mais inerte a toda a energia que não seja uma boa energia.

Resultado de imagem para Snaking surf
snaking

Para quem ainda não sabe, ficam umas regras:
http://www.surfing-waves.com/surfing-etiquette.htm
http://www.surfinghandbook.com/knowledge/surfing-etiquette/


Amanhã, haverá mais ondas...



para todos :)




Estar no mar, a surfar, é algo especial. É especial pelas ondas, pela paisagem mas, sem dúvida, pela companhia. E esta nem sempre podemos escolher. A boa energia partilhada entre amigos numa surfada onde existe respeito entre todos é, por si, um dos elementos mais satisfatórios do tempo que passo na água.
Por exemplo, um dia com ondas médias com três ou quatro amigos na água onde todos partilham as ondas de forma igual e se respeitam é uma muito boa surfada. Lava a alma e recarrega baterias. Por contrário, numa surfada, mesmo com melhores ondas e menos pessoas, se não existe respeito e partilha... é menos interessante. Infelizmente, com o tempo, aprendo a ignorar a má energia de quem não respeita nem sabe respeitar. E, parece-me, que não é apenas no mar. Parece-me algo intrínseco a quem tem, provavelmente, problemas mal resolvidos consigo mesmo.
Não vou poder ajudar pessoas que não conseguem manter uma boa energia na água, ou fora dela. Felizmente, na minha vida, tenho, cada vez mais boas razões para ser feliz  dentro e fora de água. Também, por força das circunstâncias, tenho aprendido a ignorar essa má energia. Prometo a mim mesmo que vou tentar ser ainda mais inerte a toda a energia que não seja uma boa energia.

Resultado de imagem para Snaking surf
snaking

Para quem ainda não sabe, ficam umas regras:
http://www.surfing-waves.com/surfing-etiquette.htm
http://www.surfinghandbook.com/knowledge/surfing-etiquette/


Amanhã, haverá mais ondas...



para todos :)




domingo, 13 de novembro de 2016

Pescaria de S. Martinho

Uma caçada com bom tempo e  num dos locais favoritos da costa norte. No entanto, o mar turvo, mexido e a minha normal dificuldade a compensar a pressão dificultou a primeira hora de mar. Apesar de tudo vi uns peixes e a caçada rendeu uns exemplares de Veja (Sparisoma cretense) e Garoupa (Serranus atricauda).

Serranus atricauda

Sparisoma cretense


Foi uma boa pescaria. Os amigos a quem tinha prometido peixe agradeceram o peixe fresco.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Moonset

Enquanto uns olham para a tv... o filme, lá fora, é bastante mais espectacular.







Quem mais terá visto este filme ???
:)

sábado, 29 de outubro de 2016

Ponta Negra

Quando pela primeira vez fui surfar na PN apanhei umas ondas lindas de 1m ao lado da pedra. Estava com o Bernas, o habitual companheiro das surfada. Estava lindo. Mas ainda longe do que realmente é a PN. Só mais tarde vi a verdadeira Ponta. A esquerda do cavalo com 2m a rolar, desde lá de fora, até ao inside. Nesse dia, o Ricardo Freitas disse - me algo que não mais me esqueci:"quando dá ondas na Ponta Negra, o padeiro não amassa e o padre não dá missa".
No passado domingo não houve missa e na segunda feira não havia pão.
:)

Ficam umas fotos de um domingo com a magia da Ponta Negra.












 Que seja um bom presságio de um excelente Inverno


domingo, 12 de junho de 2016

100 Km às voltas pela Ilha

Uma grande volta...

Queria dar uma volta pela Ilha. Queria começar de manhã mas a bruma matinal tirou-me a vontade. Queria passear mas também queria ver a paisagem. E, para isso, o Sol era absolutamente necessário. Sorte minha, à tarde, o astro veio com toda a força. Fiz-me à estrada. O plano era dar "uma granda volta" em etapas. A primeira era alcançar o centro da Ilha até ao inicio do trilho da Rocha do Chambre, de bicicleta. A segunda etapa, "correr" o trilho do Chambre. A terceira e derradeira etapa seria a partir do final do trilho até ao inicio da etapa inicial percorrendo, pela costa, a maior extensão possível em redor da Ilha.
Este passeio teria também dois outros objectivos: Testar a minha resistência física após a minha primeira ultra maratona, corrida quinze dias antes; e, Verificar a minha capacidade para, este verão, dar a volta à Ilha pela costa, de bicicleta.


A 1ª Etapa


A 2ª Etapa





A 3ª e última Etapa





A vista do marco geodésico no topo do trilho do Chambre é, simplesmente, fantástica!!!!




Vou recuperar, depois de uma "futebolada", e começar novamente  as corridas para manter o pulmão aberto. Antes da aventura de dar a volta à Ilha quero começar a fazer umas boas caçadas submarinas.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Um mundo menos pacifico...

Apesar de vivermos num mundo menos pacifico, este cantinho à beira mar, está melhor. Pelo menos é o registado pelo 2016 Global Peace Index (http://www.visionofhumanity.org/#/page/our-gpi-findings).
Portugal subiu de 14º para 5º país mais pacifico do mundo. Excelente noticia não fosse esta acompanhada pelo record histórico mundial da inequalidade e violência.


Existe uma relação directa entre a Paz e as entre diferentes esferas sociais.
Destaco a equidade da distribuição dos recursos...

sábado, 9 de abril de 2016

À espera

Esperar por ondas pode parecer algo insignificante, mas na realidade, é tempo vivido com bastante emoção.
Em particular, esperar pelas ondas que quebram na Ponta Negra. Desde que fui apresentado a esta onda, há quase 20 anos atrás, que uma ondulação do quadrante norte com bom tamanho, significa, que este lugar fantástico vai-nos recompensar pela espera... que pode ser de meses ou anos.
Mas é uma boa espera!
Muito boa!
E é ainda melhor quando partilhada pela maioria (para não dizer a totalidade) dos que gostam daquela onda. Na verdade, todos gostam!
Acredito que muitos sentem um arrepio na espinha quando, mesmo faltando uma semana, a previsão mostra a possibilidade de dar umas ondas na PN. Eu sinto esse arrepio desde que vi um dia gigante com o Ricardo Freitas a surfar a maior onda que vi, ao vivo, alguém surfar... e a braços. Surfar ondas grandes não é fácil. Surfar ondas grandes há 20 anos era ainda "menos fácil. Era bem diferente do que é hoje "surfar" ondas grandes por diversas razões: Não havia motos de água. Não havia reboques nem salvamentos.
Havia sim: coragem (muita). E (imensa) determinação!!!!
Um bem haja para os corajosos que se aventuraram em 1998 (ou 99??) na PN com ondas com mais de 5 metros: Ricardo Freitas, João Luis Albuquerque, José Lucio, Filipe Barata e João Correia (Fritz).
Obrigado pela inspiração.


Que amanhã venham umas boas!!!!


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Peixe Prà Moqueca

Mais uma caçada. Mais uma para a moqueca de peixe. A última moqueca cozinhei para mais de 30. Vários colegas e amigos comeram e aprovaram o resultado final do prato de peixe, caçado, por mim e por Rui Carvalho. Curiosamente, as mesmas espécies de peixe capturados da última caçada, orientada prà moqueca, foram as que este fim de tarde cacei. Veja (Sparisoma cretense), Bicuda (sphyraena viridensis) e uma Tainha (Chelon labrosus) o peixe clássico da moqueca!!
Nesta caçada ainda trouxe um salmonete (Mullus surmuletus).


Venha então essa moqueca.
Falta apenas o dendê...

terça-feira, 22 de julho de 2014

Catch of the day

Grande caçada

O primeiro Lírio -Seriola rivoliana- que capturei este ano, é também, o maior de sempre com 11,200Kg


Depois de bastante tempo a dar à barbatana, desde do longínquo calhau, lá encontrei um cardume de 5, 6 Lírios.
Trouxe este.
Menos um arpão.

sexta-feira, 4 de julho de 2014


Somam-se as Primaveras, somam-se os Invernos.
O que aprendi?
Que tenho de parar se contar!
Que tenho de ir mais ao Mar!


terça-feira, 27 de março de 2012

Iniciativas Oceânicas

Uma manhã interessante, passada na linda beira-mar de Santa Catarina com gente, também super interessante.

Mais uma actividade realizada na orla costeira de Santa Catarina, desta feita, com o apoio da Surfrider Foundation e de vários amigos.
Percorrido o troço costeiro entre o Forte de Santa Catarina e a onda com o mesmo nome, foram recolhidos vários sacos de grande volume com plásticos entre outros resíduos.
O esferovite

e outros tipos de plásticos abundavam entre os calhaus

A foto de "família"

segunda-feira, 12 de março de 2012

O tradicional... Gadus morhua

É um dos peixes mais consumidos em Portugal, e é também o mais tradicional, apesar de não ser pescado em águas lusas.

O Gadus morhua, o bacalhau, é um peixe bastante mais bonito do que eu sempre imaginei. Para mim, a ideia de Bacalhau era a de um peixe escalado, seco e salgado...às postas. Longe do seu aspecto em fresco.


Este, o da fotografia, foi capturado nos bancos da Terra Nova. Nos longínquos bancos de pesca, onde vários Portugueses, Bascos e Franceses, pescaram durante séculos o apetitoso e já mítico bacalhau.




A ligação lusa a este peixe e a esta terra além mar é tal que, quando os Britânicos chegaram à Terra-Nova, existiam já vários barcos Portugueses ancorados em uma baía. A baía de St. Jones, onde existe a cidade com o mesmo nome. Aqui, existe mesmo um cemitério onde estão sepultados vários pescadores Portugueses, e o nome Portugal faz parte da toponímia local.


Actualmente, a pesca na Terra Nova e em particular no flemish cap, as capturas de bacalhau são apenas residuais, sendo a maioria da pesca dirigida ao red fish - Sebastes mentella -












e à palmeta - Reinhardtius hyppoglossoides nas zonas de maior profundidade.

domingo, 11 de março de 2012

From the deep

Durante a minha mais longa estadia fora de terra, tive oportunidade de conhecer a dura realidade da pesca longínqua.

Uma das coisas mais interessantes para mim, foi a oportunidade de ver várias espécies marinhas que nunca havia sequer imaginado existirem.

Este foi um dos vários peixes que vi pela primeira vez.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Orelha Negra - A Cura

O nome da banda e o nome da musica não se poderiam adequar mais ao que sinto neste momento.
A orelha, não pela cor, mas pelo facto de o principal nesta história ser uma orelha.
Neste caso particular a minha.

E, o melhor, a cura. A cura da orelha.



Finalmente tenho "carta branca" para me jogar ao Mar.
Literalmente.
E vou fazê-lo logo que possa.
Vou nadar, mergulhar, caçar e tudo o que me der vontade e, como sempre, com toda a força "na guelra"!





E mais uma vez o Neptuno não falha: Toma lá Bombocas!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

West Shore

Foi um puxado fim de semana, com muitas horas passadas dentro de água e com muitas subidas e descidas no calhau...
Duas caçadas matinais com boa companhia.

A primeira com uma abrótea (Physis physis), uma tainha (Mugil cephalus), umas vejas (Sparisoma cretense) e dois pampos (Balistes capriscus). Ainda apanhei, pela primeira vez, duas lapas burras (Haliotis tuberculata coccinea)....belo petisco!!!

A Costa Oeste do calhau é íngreme, é dura de roer, não é pêra doce... em suma é para pessoal rijo.

Não que depois das duas "promessas" pagas (duas falésias) me sinta tão rijo como na sexta feira passada, mas sinto-me com a mente reforçada.



Afinal de contas desci umas falésias, e mais difícil ainda, subi com a recompensa às costas!



Estas subidas "ensinam-me" a ter cuidado com o que caço.... quanto mais e maior apanhas, mais terás que carregar.


No dia seguinte mais uma descida p'lo calhau abaixo, mais material, e bem cedo para abrir a pestana!!


Assim que entrei na água e ainda a ambientar-me ao fresquinho matinal provocado pel'agua que ia entrando dentro do fato.

Comecei a espreitar por entre umas falhas da ponta rochosa que nos serviu de acesso ao mar, escondido na rebentação que batia no calhau, por uns sargos ainda adormecidos.

Não teria passado 10 minutos desde que havia entrado no mar e no primeiro mergulho que faço e a uns escassos metros de profundidade, à "porta" de um canal de lava, ponho-me à espera de um sargo mais distraido que passe por ali. Passaram uns pequenos sargos, uma ou outra salema e ficaram umas patruças a olhar pasmadas para mim, quando... Apareceu uma magnifica e linda Anchova (Pomatomus saltator). Esperei mais uns segundos para que esta se aproximasse e disparei.


Ficou feita a caçada. Não queria apanhar mais peixe nem mais nada... queria só passear.





Easy Star All Stars - The Dub Side of the Moon

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GregNoll