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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Inverno...

O Inverno chegou e com ele chegam, também, as ondulações fortes e os vendavais...
A primeira Tempestade (maiúscula) está para breve. Amanhã já se vai começar a sentir a sua presença, mas, daqui a dois dias, vai bater forte!!

     
 Ventos de 170/180km/h e ondas até os 16/18 metros.


Vão entrar uns vagalhões a varrer a costa das ilhas... 


Nestes dias, o melhor, é ficar em casa. A alternativa, e que mais aprecio, é, com muito cuidado, ir ver o mar e tirar umas fotos... com uma distância respeitável de segurança.

Que venha!!!!!!

sábado, 9 de abril de 2016

À espera

Esperar por ondas pode parecer algo insignificante, mas na realidade, é tempo vivido com bastante emoção.
Em particular, esperar pelas ondas que quebram na Ponta Negra. Desde que fui apresentado a esta onda, há quase 20 anos atrás, que uma ondulação do quadrante norte com bom tamanho, significa, que este lugar fantástico vai-nos recompensar pela espera... que pode ser de meses ou anos.
Mas é uma boa espera!
Muito boa!
E é ainda melhor quando partilhada pela maioria (para não dizer a totalidade) dos que gostam daquela onda. Na verdade, todos gostam!
Acredito que muitos sentem um arrepio na espinha quando, mesmo faltando uma semana, a previsão mostra a possibilidade de dar umas ondas na PN. Eu sinto esse arrepio desde que vi um dia gigante com o Ricardo Freitas a surfar a maior onda que vi, ao vivo, alguém surfar... e a braços. Surfar ondas grandes não é fácil. Surfar ondas grandes há 20 anos era ainda "menos fácil. Era bem diferente do que é hoje "surfar" ondas grandes por diversas razões: Não havia motos de água. Não havia reboques nem salvamentos.
Havia sim: coragem (muita). E (imensa) determinação!!!!
Um bem haja para os corajosos que se aventuraram em 1998 (ou 99??) na PN com ondas com mais de 5 metros: Ricardo Freitas, João Luis Albuquerque, José Lucio, Filipe Barata e João Correia (Fritz).
Obrigado pela inspiração.


Que amanhã venham umas boas!!!!


segunda-feira, 12 de março de 2012

O tradicional... Gadus morhua

É um dos peixes mais consumidos em Portugal, e é também o mais tradicional, apesar de não ser pescado em águas lusas.

O Gadus morhua, o bacalhau, é um peixe bastante mais bonito do que eu sempre imaginei. Para mim, a ideia de Bacalhau era a de um peixe escalado, seco e salgado...às postas. Longe do seu aspecto em fresco.


Este, o da fotografia, foi capturado nos bancos da Terra Nova. Nos longínquos bancos de pesca, onde vários Portugueses, Bascos e Franceses, pescaram durante séculos o apetitoso e já mítico bacalhau.




A ligação lusa a este peixe e a esta terra além mar é tal que, quando os Britânicos chegaram à Terra-Nova, existiam já vários barcos Portugueses ancorados em uma baía. A baía de St. Jones, onde existe a cidade com o mesmo nome. Aqui, existe mesmo um cemitério onde estão sepultados vários pescadores Portugueses, e o nome Portugal faz parte da toponímia local.


Actualmente, a pesca na Terra Nova e em particular no flemish cap, as capturas de bacalhau são apenas residuais, sendo a maioria da pesca dirigida ao red fish - Sebastes mentella -












e à palmeta - Reinhardtius hyppoglossoides nas zonas de maior profundidade.

domingo, 11 de março de 2012

From the deep

Durante a minha mais longa estadia fora de terra, tive oportunidade de conhecer a dura realidade da pesca longínqua.

Uma das coisas mais interessantes para mim, foi a oportunidade de ver várias espécies marinhas que nunca havia sequer imaginado existirem.

Este foi um dos vários peixes que vi pela primeira vez.


Easy Star All Stars - The Dub Side of the Moon

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GregNoll